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Caríssimos Irmãos e Irmãs Religiosas, Sacerdotes, Diáconos, Catequistas, Agentes de Pastorais, Ministros e Ministras, Leigos e todas as pessoas envolvidas no trabalho de evangelização:

ATENÇÃO: Não guardamos arquivos dessa página. Toda semana ela é substituída e atualizada. Quem desejar arquivar o que está publicado aqui deverá imprimir ou salvar a página em seus arquivos.

Aqui no site NPDBRASIL, normalmente nós utilizamos como fonte de informação o Roteiro Homilético do site PRESBÍTEROS - Um site de referência para o Clero Católico e também o Roteiro Homilético da Editora Paulus, publicado na revista Vid Pastoral, pois queremos ajudar na evangelização de todos. Deus abençoe a todos vocês que nos motivam a superar todas as dificuldades que surgem em nossos caminhos a serviço de Deus Pai Todo Poderoso e Nosso Senhor Jesus Cristo.

Visitem o site PRESBÍTEROS - http://www.presbiteros.com.br, com visual moderno e excelente conteúdo de formação evangelizadora. Toda pessoa envolvida com o serviço de evangelização deve visitar este site com frequência.

Também usamos parte das páginas de Liturgia do site dos Padres Dehonianos de Portugal: http://www.dehonianos.org o qual aconselhamos visitar também para encontrar excelente material de estudos.



Revista VIDA PASTORAL: Conheça e utilize esta maravilhosa revista nos trabalhos de evangelização em sua Paróquia ou Pastoral. Você pode ler a revista na versão digital mais abaixo ou a versão on-line pelo link: http://vidapastoral.com.br/ escolhendo os temas que deseja ler ou estudar. Você tem ainda a opção de baixar a revista para seu computador, caso não possa estar conectado o tempo todo. A revista Vida Pastoral contém instruções e orientações extremamente valiosas para o trabalho de evangelização e compreensão da Palavra de Deus!

Veja também mais abaixo como assinar os Periódicos da Paulus: O DOMINGO, O DOMINGO - PALAVRA e outros, além de muitas ofertas de excelentes livros.

Ao visitar o site da Paulus, procure também pelos outros periódicos O DOMINGO - CRIANÇAS, LITURGIA DIÁRIA e LITURGIA DIÁRIA DAS HORAS. Aproveite e leia também os excelentes artigos colocados à sua disposição. Faça do seu momento à frente do computador o seu tempo para enriquecer seus conhecimentos e desenvolver melhor sua espiritualidade. Não permita deixar-se idiotizar pela maioria do conteúdo perverso que se permeia por aí... Lembre-se: Vigiai e Orai!

Uma outra sugestão para que você possa entender melhor os tempos litúrgicos é visitar a página de Liturgia do site da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - http://www.pnslourdes.com.br/formacao/formacao-liturgica/ ou se preferir, pode ler ou baixar um documento especial com explicação do Ano Litúrgico, acesse o link: http://www.pnslourdes.com.br/arquivos/ANO_LITURGICO.pdf .

Desejamos a todos uma feliz e santa semana, na Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo!

Dermeval Neves
NPDBRASIL - UMA COMUNIDADE A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO


17.02.2019
6 º Domingo do Tempo Comum — ANO C
( Verde, Glória, Creio – II Semana do Saltério )
__ Os dois caminhos __

EVANGELHO DOMINICAL EM DESTAQUE

APRESENTAÇÃO ESPECIAL DA LITURGIA DESTE DOMINGO
FEITA PELA NOSSA IRMÃ MARINEVES JESUS DE LIMA
VÍDEO NO YOUTUBE
APRESENTAÇÃO POWERPOINT

Clique aqui para ver ou baixar o PPS.

(antes de clicar - desligue o som desta página clicando no player acima do menu à direita)

CLIQUE AQUI PARA VER O ROTEIRO HOMILÉTICO DO DOMINGO ANTERIOR

Ambientação:

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Deus transmitiu à humanidade sua Lei para, assim, ajudá-la alcançar a perfeição. Jesus veio esclarecer todo entendimento humano, libertando das interpretações erradas que o homem havia dado a Lei Divina. Centrou-se no essencial: o amor a Deus manifestado no amor aos homens. Deu-se a si mesmo como modelo de vida, apontando-nos o verdadeiro caminho rumo ao Pai.

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, este é o Dia do Senhor, dia de celebrarmos a sua vitória sobre o pecado e a morte. Ressuscitado, Ele está no meio de nós, na potência do Espírito Santo. Somos felizes porque o Senhor nos concedeu a possibilidade de estarmos reunidos em seu nome, para ouvir sua Palavra e partilhar do seu Corpo e Sangue. Que esta Eucaristia nos faça confiar sempre no Senhor e somente nele colocar nossa esperança.

INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: Com este domingo inicia-se a leitura do discurso da "planície", com que Lucas apresenta a nova lei: a vida moral do cristão. No fundo toda moral natural se pode resumir nesta norma: age segundo aquilo que és. A ação moral está incluída na linha da natureza. Na Bíblia as coisas são diferentes. As bem-aventuranças não são lei, mas evangelho. A lei abandona o homem às próprias forças e não o incita a adaptar-se à ela até o extremo. O evangelho, ao contrário, põe o homem diante do dom de Deus e o incita a fazer desse inexprimível dom o fundamento de sua vida.

Sintamos o júbilo real de Deus em nossos corações e cheios dessa alegria divina entoemos alegres cânticos ao Senhor!


ATENÇÃO: Se desejar, você pode baixar o folheto desta missa em:

Folheto PULSANDINHO (Diocese de Apucarana-PR):
http://diocesedeapucarana.com.br/portal/userfiles/pulsandinho/17-de-fevereiro-de-2019---6-dom-tc-novo.pdf


Folheto "O POVO DE DEUS" (Arquidiocese de São Paulo):
http://www.arquisp.org.br/sites/default/files/folheto_povo_deus/16-6-domingo-do-tempo-comum.pdf


TEMA
FELIZES SOIS VÓS, POBRES

Créditos: Utilizamos aqui parte do texto da Revista Vida Pastoral da Editora Paulus (clique aqui para acessar a página da revista no site da Paulus- A autoria do Roteiro Homilético da Paulus pertence aos diversos renomados escritores e estudiosos da Palavra de Deus que prestam serviços à Editora. Visitem a página da Revista Vida Pastoral e acompanhem os diversos temas ali publicados.

Introdução da Revista Vida Pastoral

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Exercer a confiança em meio a dias tenebrosos é uma das maiores dificuldades do ser humano. Afinal, quando a noite escura da alma se instala na vida, é certamente mais difícil enxergar a luz de Deus brilhando. Jesus sempre apresenta nova possibilidade de vida. Na verdade, tudo quanto ele fala e faz causa verdadeiro espanto e, muitas vezes, leva-nos a sair do lugar-comum.

Diante do risco da falta de sentido e de finalidade para vivermos e nos construirmos como seres humanos, ele se apresenta como “ressurrecto”. Nele, e somente nele, encontramos sentido para a vida. Ao contrapor as “bem-aventuranças” aos “ais”, Jesus proclama, com ar definitivo, ser necessário escolher em qual categoria de pessoa nos encaixamos: na categoria que caminha em direção aos pobres e aflitos ou na categoria que produz, justamente, a dor no outro.

Se consideramos que não há sofrimento estranho, logo concluímos que a melhor decisão é justamente aquela que fazemos com os nossos “pés”, ou seja, quando rompemos a bolha que nos isola de tudo e de todos e caminhamos em direção aos outros, preferencialmente àqueles que se sentem machucados e feridos pela vida.

Introdução do Portal Dehonianos

A Palavra de Deus que nos é proposta neste domingo leva-nos a reflectir sobre o protagonismo que Deus e as suas propostas têm na nossa existência.

A primeira leitura põe frente a frente a auto-suficiência daqueles que prescindem de Deus e escolhem viver à margem das suas propostas, com a atitude dos que escolhem confiar em Deus e entregar-se nas suas mãos. O profeta Jeremias avisa que prescindir de Deus é percorrer um caminho de morte e renunciar à felicidade e à vida plenas.

O Evangelho proclama “felizes” esses que constroem a sua vida à luz dos valores propostos por Deus e infelizes os que preferem o egoísmo, o orgulho e a auto-suficiência. Sugere que os preferidos de Deus são os que vivem na simplicidade, na humildade e na debilidade, mesmo que, à luz dos critérios do mundo, eles sejam desgraçados, marginais, incapazes de fazer ouvir a sua voz diante do trono dos poderosos que presidem aos destinos do mundo.

A segunda leitura, falando da nossa ressurreição – consequência da ressurreição de Cristo –, sugere que a nossa vida não pode ser lida exclusivamente à luz dos critérios deste mundo: ela atinge o seu sentido pleno e total quando, pela ressurreição, desabrocharmos para o Homem Novo. Ora, isso só acontecerá se não nos conformarmos com a lógica deste mundo, mas apontarmos a nossa existência para Deus e para a vida plena que Ele tem para nós.


O texto abaixo foi extraído do periódico da Editora Paulus - O Domingo.
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O Domingo

É um semanário litúrgico-catequético que tem a missão de colaborar na animação das comunidades cristãs em seus momentos de celebração eucarística. Ele é composto pelas leituras litúrgicas de cada domingo, uma proposta de oração eucarística, cantos próprios e adequados para cada parte da missa.

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FELICIDADE VERDADEIRA

No Evangelho de Lucas encontramos quatro bem-aventuranças e, logo após, quatro “ai de vós”. Olhando os discípulos e a multidão que se reuniam na planície, Jesus fala das injustiças de seu tempo: pobreza, fome, choro e perseguição, de um lado; riqueza, fartura, riso e bajulação, de outro.

Numa sociedade em que o dinheiro é a peça principal da engrenagem, Jesus continua hoje proclamando felizes os pobres e famintos. Continua exaltando os que choram e são perseguidos, quando é o prazer que geralmente se busca a todo custo.

Para compreender as bem-aventuranças e os “ai de vós” de Jesus, é preciso olhar para o mundo e ver que a riqueza de poucos custa a miséria de tanta gente.

Mas, afinal, de que felicidade Jesus fala? Ao longo da Bíblia, a felicidade autêntica consiste em ser tocado, alcançado por Deus e sua ação transformadora. A felicidade evangélica, do mesmo modo, é ser tocado e transformado por Deus em Jesus Cristo.

Ao proclamar felizes os pobres, Jesus não está propondo o conformismo do sofrimento na vida presente que prepararia a felicidade após a morte. Está, isso sim, mostrando como é a dinâmica do Reino de Deus. O Reino acontece com ações e atitudes concretas de quem está despojado de tudo, de quem tem Deus como único defensor. Os que já têm aqui e agora sua recompensa, e vivem indiferentes à fome e à miséria do mundo, põem-se automaticamente fora da dinâmica do Reino. Para estes, aliás, Jesus dirige os “ai de vós”.

O mundo desejado por Deus, que Jesus veio inaugurar, continua sendo criado com nosso compromisso de discípulos. Um mundo sem miséria, sem fome, sem choro e sem perseguição. Porque felicidade, enfim, é estar comprometido com o mundo novo de Deus, mesmo em meio às injustiças e desigualdades deste mundo. Nossa felicidade se mede pela luta em favor dos mais necessitados, sem segundas intenções, sem esperar recompensa.

Pe. Paulo Bazaglia, ssp


O texto abaixo foi extraído do periódico da Editora Paulus - O Domingo - Palavra.
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O Domingo – Palavra

A missão deste periódico é celebrar a presença de Deus na caminhada do povo e servir as comunidades eclesiais na preparação e realização da Liturgia da Palavra. O “Culto Dominical” contêm as leituras litúrgicas de cada domingo, proposta de reflexão, cantos do hinário litúrgico da CNBB e um artigo que contempla proposto pela liturgia do dia ou acontecimento eclesial.

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O Domingo – Crianças

Este semanário litúrgico-catequético propõe, com dinamicidade, a vivência da missa junto às crianças. O folheto possui linguagem adequada aos pequenos, bem como ilustrações e cantos alegres para que as crianças participem com prazer e alegria da eucaristia. Como estrutura, “O Domingo-Crianças” traz uma das leituras dominicais, o Evangelho do dia e uma proposta de oração eucarística.

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RITOS INICIAIS

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II. COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

Monição: ...............................

Liturgia da Palavra
Primeira Leitura

Jeremias 17,5-8

Leitura do livro do profeta Jeremias. 5 Eis o que diz o Senhor: Maldito o homem que confia em outro homem, que da carne faz o seu apoio e cujo coração vive distante do Senhor! 6 Assemelha-se ao cardo da charneca e nem percebe a chegada do bom tempo, habitando o solo calcinado do deserto, terra salobra em que ninguém reside. 7 Bendito o homem que deposita a confiança no Senhor, e cuja esperança é o Senhor. 8 Assemelha-se à árvore plantada perto da água, que estende as raízes para o arroio; se vier o calor, ela não temerá, e sua folhagem continuará verdejante; não a inquieta a seca de um ano, pois ela continua a produzir frutos.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

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A leitura do profeta Jeremias nos recorda o Salmo 1. Expressa o simples contraste entre a confiança na sabedoria humana e a confiança em Deus. A humanidade vive sob o curso do erro e da ilusão, enquanto a confiança em Deus é o caminho da bênção e da segurança. A razão do contraste é evidenciar como o trágico destino de Judá, apresentado nos v. 1-4, pode ser essencialmente traçado como erros do entendimento humano.

A confiança no ser humano é contraposta à confiança em Deus. A confiança nas pessoas está assentada em valores instáveis e enganosos, como a riqueza, a sabedoria e a força física. A confiança em Javé, por sua vez, é tratada como algo inabalável, isto é, como algo que não se desmancha no ar.

As expressões que servem de referência ao apoio humano refletem a morte e a dor: “deserto”, “salgado”, “inabitável”. Já as expressões que se referem à confiança em Javé indicam vida: “água”, “rio”, “verdes”, “frutos”.

Talvez exista uma conexão mais profunda, baseada na compreensão de que o caminho da vida e da fertilidade não deve ser buscado em rituais confusos, mas na obediente confiança em Deus. A tranquilidade não se pode estabelecer sobre altares e postes sagrados, pois são provisórios e, em si mesmos, destituídos de vida. As forças desconhecidas e misteriosas da morte encontram resposta quando homens e mulheres se enraízam às margens do manancial de vida, Javé.

Assim, para o profeta Jeremias, a vida pode ser definida com base no caminho a ser seguido. A confiança na própria força conduz o ser humano à injustiça, à exploração e à violência. Devemos, de fato, lembrar-nos que o profeta Jeremias é vocacionado por Deus para falar justamente contra os reis, os sacerdotes e os proprietários de terra, ou seja, contra o poder político, o poder religioso e o poder econômico (cf. Jr 1,18). Por outro lado, a fonte de todas as bênçãos reside justamente naquele(a) que segue, de forma confiante, o projeto de Deus.

AMBIENTE

Os versículos que formam esta leitura fazem parte de um bloco de frases de Jeremias (cf. Jer 17,5-13), apresentadas ao estilo das máximas sapienciais. Aí o profeta, recorrendo a antíteses, vai desenvolvendo o tema da confiança/esperança.

Estas palavras de Jeremias não nos dão elementos suficientes para as situarmos, inequivocamente, num contexto histórico. No entanto, é possível que o profeta as tenha pronunciado no reinado de Joaquim (609-597 a.C.): é uma época em que o rei desenvolve uma política aventureirista de alianças com potências estrangeiras e confia a segurança da nação, não a Jahwéh, mas aos exércitos egípcios (aliados de Joaquim). O profeta ataca essa política, considerando-a um grave sintoma de infidelidade ao Deus da aliança: Judá já não coloca a sua confiança e esperança em Deus, mas sim nos homens.

MENSAGEM

O tema fundamental é, portanto, o da confiança/esperança. A primeira parte da antítese (vers. 5-6) denuncia o homem que se apoia noutro homem e prescinde de Deus. Não se trata de dizer que não devemos confiar nos que nos rodeiam e apoiar-nos neles; trata-se de denunciar essa auto-suficiência de uma humanidade que já não precisa de Deus, nem vê n’Ele essa rocha segura que tudo sustenta. Prescindir de Deus e não contar com Ele significa construir uma existência limitada, efémera, raquítica, a que falta o essencial, como um arbusto plantado no deserto, condenado precocemente à morte.

A segunda parte da antítese (vers. 7-8) apresenta, em imagem, a vida daquele que confia em Deus e n’Ele coloca a sua esperança: é como um arbusto plantado à beira da água, que pode mergulhar as suas raízes bem fundo e que encontra vida em plenitude. A imagem sublinha, sobretudo, a segurança, a solidez, a paz, a fecundidade, a abundância de vida.

A oposição entre deserto e várzea pode aludir à oposição entre deserto e Terra Prometida: se Israel confiasse unicamente em Deus, lançaria as suas raízes de forma permanente na Terra Prometida e não experimentaria a aventura do exílio.

ACTUALIZAÇÃO

Na reflexão e na aplicação à vida, ter em conta os seguintes elementos:

• Todos conhecemos a desilusão e a frustração que resultam da confiança traída. É uma experiência bem dolorosa confiar/esperar e receber traição/ingratidão. Em certos momentos extremos, parece que tudo se desmorona à nossa volta e que perdemos a vontade de continuar a construir a nossa vida. A leitura de hoje põe-nos de sobreaviso: tudo o que é humano é efémero, limitado, finito; só em Deus encontramos o rochedo seguro que não falha e que não nos decepciona.

• O nosso mundo conhece espantosas construções no domínio da arte e da técnica… Abismamo-nos com os progressos da medicina, com os avanços tecnológicos, com a parafernália imensa de instrumentos que nos facilitam a vida e nos permitem alcançar fronteiras nunca antes sonhadas (seja no domínio da conquista espacial, seja no domínio das novas técnicas de manipulação da vida…). No entanto, o que fizemos de Deus? Ele continua a ser a nossa indicação fundamental? É n’Ele que colocamos a nossa esperança? As conquistas da vida moderna, por mais impressionantes que nos possam parecer, são algo de efémero, de árido, de vazio e, às vezes, de monstruoso, se prescindimos dessa dimensão fundamental que é Deus.

• Quais são as referências fundamentais à volta das quais se constrói a nossa vida? Onde está a nossa segurança e a nossa esperança? Na conta que temos no banco? Nos amigos influentes? Na importância da nossa posição social ou profissional? Nas conquistas científicas ou técnicas? Ou nesse Deus que se compromete connosco e encontra mil formas de demonstrar, dia a dia, a sua fidelidade?

Subsídios:
1ª leitura
: (Jr 17,4-8) Bem-aventurado quem põe sua confiança em Deus - Quem confia nos homens vende-se à fragilidade humana ("carne"); é como um cacto no deserto, enquanto aquele que confia em Deus é como uma árvore frondosa à beira das águas. O oráculo parece visar o rei Sedecias, que mais confiava nos seus pactos políticos do que em Javé. *17,5-6 cf. Ez 17,4-10; Sl 1,4-6; Jr 9,3-5; 13,24-25 * 17,7-8 cf. Sl 40[39], 5; 1,1-3; 22[21], 5-6; 25[24], 2-3; 44[43], 7-9.



Salmo Responsorial

Monição: O justo é como uma árvore plantada à beira-rio.

SALMO RESPONSORIAL – 1

É feliz quem a Deus se confia!

Feliz é todo aquele que não anda
conforme os conselhos dos perversos;
que não entra no caminho dos malvados
nem junto aos zombadores vai sentar-se;
mas encontra seu prazer na lei de Deus
e a medita, dia e noite, sem cessar.

Eis que ele é semelhante a uma árvore
que à beira da torrente está plantada;
ela sempre dá seus frutos a seus tempo,
e jamais as suas folhas vão murchar.
Eis que tudo o que ele faz vai prosperar.

Mas bem outra é a sorte dos perversos.
Ao contrário, são iguais à palha seca
espalhada e dispersada pelo vento.
Pois Deus vigia o caminho dos eleitos,
mas a estrada dos malvados leva à morte.

Segunda Leitura

Monição: ..........................

1 Cor 15,12.16-20

Leitura da primeira carta de são Paulo aos Coríntios. 12 Ora, se se prega que Jesus ressuscitou dentre os mortos, como dizem alguns de vós que não há ressurreição de mortos? 16 Pois, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17 E se Cristo não ressuscitou, é inútil a vossa fé, e ainda estais em vossos pecados. 18 Também estão perdidos os que morreram em Cristo. 19 Se é só para esta vida que temos colocado a nossa esperança em Cristo, somos, de todos os homens, os mais dignos de lástima. 20 Mas não! Cristo ressuscitou dentre os mortos, como primícias dos que morreram!
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

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Entre os moradores da cidade de Corinto, a ressurreição era desacreditada. No entanto, negá-la seria o mesmo que aniquilar a esperança. Justamente por isso, na segunda leitura, Paulo é enérgico ao afirmá-la como fundamento da fé. Somente a ressurreição de Cristo é que pode, de fato e de verdade, dar sentido à vida e à morte de cada um dos cristãos. O apóstolo ensina os primeiros cristãos da comunidade de Corinto a esperar contra toda esperança, demonstrando que haverá a ressurreição dos mortos por causa da ressurreição de Cristo.

A ressurreição de Cristo marca o início de novo modo de os discípulos e discípulas de Cristo pensarem a própria história. Não se trata apenas de ver a história objetivamente, mas também de vê-la na perspectiva de Cristo. A ressurreição de Cristo indica não apenas o surgimento de nova humanidade, como também o modo de proceder segundo um novo projeto de vida.

A partir da ressurreição, nenhum esforço é em vão. Há, por trás de cada gesto e de cada ação, uma motivação superior aos desejos e ambições pessoais. Na ressurreição, a motivação nasce em Cristo e é depositada em cada coração. Assim, trata-se de motivação externa, que age e interage com cada discípulo e discípula, transformando-os e motivando- os totalmente diante de uma sociedade sem sentido.

A ressurreição é apresentada por Paulo como algo que preenche a vida de sentido. Assim, no v. 20, ele inicia o período com uma conjunção adversativa (“mas”) para se contrapor aos coríntios que negavam a ressurreição e, finalmente, para fazer um ato de fé, proclamando alto e bom som: “Cristo ressuscitou dos mortos”.

AMBIENTE

Este texto é a continuação da catequese sobre a ressurreição que Paulo apresenta na Primeira Carta aos Coríntios e que já começámos a ler no passado domingo. Depois de ter afirmado a ressurreição de Cristo (cf. 1 Cor 15,1-11), Paulo afirma a realidade da nossa própria ressurreição. É preciso recordar, neste contexto, aquilo que dissemos na passada semana: a ressurreição dos mortos, em geral, constituía um sério problema para a mentalidade grega, habituada a ver no corpo uma realidade negativa, que aprisionava a alma no mundo material; sendo assim, o corpo – realidade carnal, sensual – não podia seguir a alma nessa busca da vida plena, da vida divina. Havendo no homem uma realidade negativa, que não podia ascender à vida plena, como admitir a ressurreição do homem integral?

É a esta questão que Paulo vai continuar a responder na leitura que nos é proposta.

MENSAGEM

Para Paulo, uma vez admitida a ressurreição de Cristo, a ressurreição dos crentes impõe-se como algo perfeitamente evidente. A fé em Cristo ressuscitado desemboca inexoravelmente na inquebrantável esperança de que também os cristãos ressuscitarão. O inverso também é verdadeiro: não esperar a ressurreição dos mortos equivale a não acreditar na ressurreição de Cristo. Não é possível desvincular uma coisa da outra.

Paulo passa, então, a enumerar as consequências fatais que adviriam, para a vida cristã, se Cristo não tivesse ressuscitado: a vivência da fé e a aceitação das propostas de Jesus não teriam qualquer sentido e os cristãos seriam gente enganada, “os mais miseráveis de todos os homens” (vers. 19). Mas Paulo tem a certeza de que os cristãos não são um rebanho de gente iludida… A partir da ressurreição de Cristo, podemos acreditar nessa vida plena que Deus reserva para todos os que O amam. É essa perspectiva que dá sentido à caminhada que o cristão faz neste mundo.

Chegados aqui, Paulo detém-se para lançar um grito jubiloso de fé e de esperança: “Cristo ressuscitou dos mortos, como primícias dos que morreram” (vers. 20). Jesus ressuscitou não como o único, como um caso excepcional, mas como o primeiro de uma longa cadeia da qual fazemos parte. Este “primeiro” não deve ser entendido em sentido cronológico, mas no sentido de que Cristo é o princípio activo da nossa ressurreição, o princípio que gera essa nova humanidade sobre a qual as forças da morte não têm qualquer poder. Ele arrasta atrás de Si a humanidade solidária com Ele, até à realização plena, à vida definitiva, à salvação total.

ACTUALIZAÇÃO

Considerar, para a reflexão, as seguintes linhas:

• A certeza da ressurreição garante-nos que Deus tem um projecto de salvação e de vida para cada homem; e que esse projecto está a realizar-se continuamente em nós, até à sua concretização plena, quando nos encontrarmos definitivamente com Deus.

• A nossa vida presente não é, pois, um drama absurdo, sem sentido e sem finalidade; é uma caminhada tranquila, confiante – ainda quando feita no sofrimento e na dor – em direcção a esse desabrochar pleno, a essa vida total em que se revelará o Homem Novo.

• Isso não quer dizer que devamos ignorar as coisas boas deste mundo, vivendo apenas à espera da recompensa futura, no céu; quer dizer que a nossa existência deve ser – já neste mundo – uma busca da vida e da felicidade; isso implicará uma não conformação com tudo aquilo que nos rouba a vida e que nos impede de alcançar a felicidade plena, a perfeição última (a nós e a todos os homens nossos irmãos).

• Não é possível viver com medo, depois desta descoberta: podemos comprometer-nos na luta pela justiça e pela paz, com a certeza de que a injustiça e a opressão não podem pôr fim à vida que nos anima; e é na medida em que nos comprometemos com esse mundo novo e o construímos com gestos concretos que estamos a anunciar a ressurreição plena do mundo, dos homens e das coisas.

Subsídios:
2ª leitura: (1Cor 16,12.16-20) A ressurreição, base da nossa féContinuação de domingo passado. – O escândalo da ressurreição já existia na Grécia do tempo de Paulo. Alguns recusavam a ideia da ressurreição e preferiam ver a vida eterna como uma mera participação mística. Mas Paulo mostra como a ressurreição corporal do Cristo é a base de nossa fé; então, pois, a ressurreição existe. *15,16-17 cf Rm 4,24-25; 6,8-10; 10,9.

Aclamação ao Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Ficai muito alegres, saltai de alegria, pois tendes um prêmio bem grande nos céus. ficai muito alegres, saltai de alegria, amém! Aleluia, aleluia! (Lc 6,23).

Evangelho

Monição: .........................

Lucas 6,17.20-26

— O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas. — Glória a vós, Senhor! 17 Jesus desceu a montanha com seus discípulos e parou numa planície. Aí se achava um grande número de seus discípulos e uma grande multidão de pessoas vindas da Judéia, de Jerusalém, da região marítima, de Tiro e Sidônia, que tinham vindo para ouvi-lo e ser curadas das suas enfermidades. 20 Então ele ergueu os olhos para os seus discípulos e disse: Bem-aventurados vós que sois pobres, porque vosso é o Reino de Deus! 21 Bem-aventurados vós que agora tendes fome, porque sereis fartos! Bem-aventurados vós que agora chorais, porque vos alegrareis! 22 Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem, vos expulsarem, vos ultrajarem, e quando repelirem o vosso nome como infame por causa do Filho do Homem! 23 Alegrai-vos naquele dia e exultai, porque grande é o vosso galardão no céu. Era assim que os pais deles tratavam os profetas. 24 Mas ai de vós, ricos, porque tendes a vossa consolação! 25 Ai de vós, que estais fartos, porque vireis a ter fome! Ai de vós, que agora rides, porque gemereis e chorareis! 26 Ai de vós, quando vos louvarem os homens, porque assim faziam os pais deles aos falsos profetas!
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor!

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Jesus se encontra entre seus discípulos e uma grande multidão de pessoas. Dele saía uma força chamada “esperança” para todos aqueles e aquelas que se sentiam doentes e desprezados. Sementes de esperança eram lançadas por Jesus a fim de que a vida pudesse ser resgatada e dignamente vivida.

Lucas deixa bastante claro que a vida é composta de “bem-aventuranças” e de “ais”. São quatro bem-aventuranças e quatro ais. Há equilíbrio entre bênção e denúncia. De um lado estão os pobres, os famintos, os que sofrem e os rejeitados; de outro, distantes, mas promotores da situação em que aqueles viviam, os ricos.

Jesus se apresenta como profeta que denuncia a produção de violência contra os pequeninos. Nesse sentido, ele dá continuidade à escola profética do Antigo Testamento. Sabe que a promoção da violência e da pobreza é um escândalo. Por isso, elas não podem ser consideradas naturais nem, muito menos, divinas. Pobreza e violência, nas Sagradas Escrituras, devem ser pensadas como escândalo. Deus jamais pode ser considerado a fonte da pobreza, nem, muito menos, deveríamos nos alinhar a construções teológicas que sustentam ser ele quem determina que uns sejam ricos e outros vivam na necessidade.

A pobreza é um mal que estende suas raízes para o estabelecimento de relações de dependência e opressão. Pobreza e miséria não têm como fonte Deus, e sim as anormalidades produzidas pelos sujeitos responsáveis pela construção da sociedade. Há miséria e sofrimento no mundo não porque sejam da vontade de Deus, mas porque as pessoas são vítimas indefesas da injustiça de outros. Os agentes da violência, da opressão e da injustiça possuem um poder que se opõe e contrapõe ao poder de Deus e deteriora as relações humanas, subjugando os diferentes e hierarquizando as relações. Certamente a existência da pobreza reflete uma ruptura da solidariedade entre as pessoas e da comunhão com Deus.

Para espanto de muitos, literalmente, Jesus diz que o Reino pertence aos pobres, aflitos e famintos. Os pobres são concretamente os herdeiros do Reino de Deus. Alguns sumários encontrados nos Atos dos Apóstolos (cf. At 2,42-47; 4,32-35), também um texto de Lucas, mostram-nos como se concretiza, no interior das comunidades originárias, a primeira bem-aventurança. Tanto Jesus quanto o evangelista Lucas estão de acordo com a tradição do Antigo Testamento, que atesta que a pobreza não é um estado invejável ou de idealização. No entanto, na perspectiva de sua pobreza, os pobres podem conhecer a felicidade, porque sabem que o Reino de Deus é para eles.

Dentre tantos temas e conteúdos riquíssimos da leitura do evangelho, é necessário ressaltar que não há nenhuma indicação de que os apóstolos se identificam com os felizes das bem-aventuranças. Jesus, ao se dirigir a seus discípulos e ao mundo, expõe-lhes duas categorias de seres humanos, e os ouvintes não conseguem saber previamente a qual das duas categorias eles próprios pertencem.

AMBIENTE

Para entendermos todo o alcance e significado deste texto, devemos recordar que ele está situado na primeira parte do Evangelho de Lucas (“actividade de Jesus na Galileia” – Lc 4,14-9,50). Nesta primeira parte do Evangelho, Lucas procura apresentar um primeiro anúncio sobre Jesus (“kerigma”) e definir o programa libertador que o Messias vai cumprir em favor dos oprimidos. Aliás, toda a primeira parte do terceiro Evangelho é dominada pelo episódio da sinagoga de Nazaré, onde Jesus enuncia o seu programa: “o Espírito do Senhor está sobre Mim porque Me ungiu, para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-Me a proclamar a libertação aos cativos…” (Lc 4,18-19).

As bem-aventuranças de Lucas inserem-se em todo este ambiente: a libertação chegou com Jesus e dirige-se aos pobres e aos débeis. Numa planície (Mateus situa o discurso das bem-aventuranças numa montanha), rodeado dos discípulos e por uma multidão “que acorrera para O ouvir e ser curada dos seus males” (Lc 6,18), Jesus pronuncia o discurso que o Evangelho de hoje nos propõe.

MENSAGEM

Lucas inicia este “discurso da planície” com quatro bem-aventuranças (que equivalem às nove de Mateus). Os destinatários destas bem-aventuranças são os pobres, os que têm fome, os que choram, os que são perseguidos. A palavra grega usada por Lucas para “pobres” (ptôchos) traduz certos termos hebraicos (‘anawim, dallim, ebionim) que, no Antigo Testamento, definem uma classe de pessoas privadas de bens e à mercê da prepotência e da violência dos ricos e dos poderosos. São os desprotegidos, os explorados, os pequenos e sem voz, as vítimas da injustiça, que com frequência são privados dos seus direitos e da sua dignidade pela arbitrariedade dos poderosos. Por isso, eles têm fome, choram, são perseguidos. Ora, serão eles, precisamente, os primeiros destinatários da salvação de Deus. Porquê? Porque a proposta libertadora de Deus é para uma classe social, em exclusivo? Não. Mas porque eles estão numa situação intolerável de debilidade e Deus, na sua bondade, quer derramar sobre eles a sua bondade, a sua misericórdia, a sua salvação. Depois, a salvação de Deus dirige-se prioritariamente a estes porque eles, na sua simplicidade, humildade, disponibilidade e despojamento, estão mais abertos para acolher a proposta que Deus lhes faz em Jesus.

As bem-aventuranças manifestam, numa outra linguagem, o que Jesus já havia dito no início da sua actividade na sinagoga de Nazaré: Ele é enviado pelo Pai ao mundo, com a missão de libertar os oprimidos. Aos pequenos, aos privados de direitos e de dignidade, aos simples e humildes, Jesus diz que Deus os ama de uma forma especial e que quer oferecer-lhes a vida e a liberdade plenas. Por isso eles são “bem-aventurados”.

As “maldições” (ou os quatro “ais”) aos ricos que preenchem a segunda parte do Evangelho de hoje são o reverso da medalha. Denunciam a lógica dos opressores, dos instalados, dos poderosos, dos que pisam os outros, dos que têm o coração cheio de orgulho e de auto-suficiência e não estão disponíveis para acolher a novidade revolucionária do “Reino”. As advertências aos ricos não significam que Deus não tenha para eles a mesma proposta de salvação que apresenta aos pobres e débeis; mas significam que, se eles persistirem numa lógica de egoísmo, de prepotência, de injustiça, de auto-suficiência, não têm lugar nesse “Reino” que Jesus veio propor.

ACTUALIZAÇÃO

Reflectir sobre as seguintes questões:

• A proposta de Jesus apresenta uma nova compreensão da existência, bem distinta da que predomina no nosso mundo. A lógica do mundo proclama “felizes” os que têm dinheiro (mesmo quando esse dinheiro resulta da exploração dos mais pobres), os que têm poder (mesmo que esse poder seja exercido com prepotência e arbitrariedade), os que têm influência (mesmo quando essa influência é obtida à custa da corrupção e dos meios ilícitos); mas a lógica de Deus exalta os pobres, os desfavorecidos, os débeis: é a esses que Deus Se dirige com uma proposta libertadora e a quem convida a fazer parte da sua família. O anúncio libertador que Jesus traz é, portanto, uma Boa Nova que enche de alegria os corações amargurados, os marginalizados, os oprimidos. Com o “Reino” que Jesus propõe aos homens, anuncia-se um mundo novo, um mundo de irmãos, de onde a prepotência, o egoísmo, a exploração e a miséria serão definitivamente banidos e onde os pobres e marginalizados terão lugar como filhos iguais e amados de Deus.

• Vinte e um séculos depois do nascimento de Jesus, que é feito da sua proposta? Ela mudou alguma coisa no nosso mundo? Às vezes, contemplando o mundo que nos rodeia, somos tentados a crer que a proposta de Jesus falhou; mas talvez seja mais correcto colocar a questão nestes termos: nós, testemunhas de Jesus, teremos conseguido passar aos pobres, aos marginalizados, esse projecto libertador? Teremos, com suficiente convicção e radicalidade, testemunhado esse projecto, de forma que ele tivesse um impacto real na história dos homens?

Subsídios:
Evangelho: (Lc 6,17.20-26) Bem-aventuranças e maldições – Começo do “Sermão da Planície” de Lc (= Sermão da Montanha de Mt). Em vez de 9 bem-aventuranças, Lc tem só 4 (e 4 maldições correspondentes): Jesus anuncia a salvação aos que sabem que nada tem e sem restrição esperam em Deus (os “pobres”). Os que confiam em suas posses (os “ricos”) estão perdidos. *6,20-23 cf. Mt 5,3-12; Rm 8,18-19; Is 61,1-3; 65,13-14 * 6,23c cf. 2Cor 36,15-16; Ne 9,26; Lc 11,49; At 5,41; 7,52 * 6,24-26 cf Sl 13[13], 1; Mt 6,19-21; Lc 18,24-25.

***   ***   ***

Hoje ouvimos as bem-aventuranças dos pobres e os “ais” contra os ricos. Será uma maldição ser rico? Não criou Deus os bens deste mundo para serem usados? Há uma diferença entre possuir os bens deste mundo e ser possuído por eles. É isso que a liturgia ensina hoje. Os que possuem bens, deveriam ser como se não os possuíssem (1Cor 7,30-31). O contrário é geralmente o caso: os que possuem, identificam-se com seus bens. Nem sempre são bens calculáveis em contas bancárias. Participar da camada dominante da sociedade é também um bem, e como é difícil larga-lo para permitir mudanças na estrutura da sociedade!

Como aperitivo (1ª leitura), a liturgia nos serve uma censura de Jeremias contra os que confiam nos homens: são como os cactos secos no deserto. Quem confia em Deus, porém, é como uma árvore frondosa à beira do rio. Com essas frases, critica a atitude do rei Sedecias e de seus conselheiros, que colocam toda sua confiança nos pactos políticos que Judá trata de estabelecer com os egípcios, julgando-os bastante fortes para desviar o perigo dos babilônios. Confiança inútil, como a história tem mostrado.

Assim são os que confiam na sua riqueza. Nenhum bem material é definitivo. Conhecendo a história da humanidade, seria ingênuo acreditar que os bens que amontoamos fossem intocáveis. As “transnacionais” estão roubando o Brasil dos norte-americanos, que roubaram dos ingleses, que roubaram dos portugueses, que roubaram dos holandeses, que roubaram dos portugueses, que roubaram dos índios, que o roubaram de...

Jesus veio anunciar a boa-nova aos pobres. Este foi seu programa (cf. 3º domingo T.C.). “Felizes sois vós, pobres, porque a vós pertence o Reino de Deus!” (evangelho). Deus não ama o homem por causa de qualidade que ele possa apresentar. Não há nada que não venha de Deus. Deus ama sem olhar status ou riqueza. O judeu piedoso achava que Deus mostrava sua complacência para com o justo concedendo-lhe sólido bem-estar; julgava o bem-estar um sinal do favor de Deus. Mas Jesus conhece Deus melhor; vem mostrar a verdadeira face de Deus. Por isso, começa pelos pobres. Para mostrar que Deus não olha a riqueza da gente, nada melhor do que ir aos pobres e dizer: “Vós sois os filhos de Deus; a vós pertence seu Reino!” Não que o pobre seja mais virtuoso que o rico – não sejamos ingênuos –, mas por que Deus o prefere, o escolhe, ele se constitui “opção preferencial”, para que fique claro que a graça vem de Deus e não de algum fator humano.

O que vale para os pobres, vale também para os famintos, os sofridos e, sobretudo, para os perseguidos por causa do Reino. Mas não vale para os “ricos”, os “cheios”, os que têm sucesso neste mundo. Eles já têm sua recompensa. Jesus fala aqui dos que realmente consideram seu sucesso material como a gratificação que Deus lhes deve. Preferem o que já têm? Tudo bem, receberam o que desejavam! Infelizes, pois tudo isso lhes será tirado (cf. a parábola de Lc 13,16-21). São os mais infelizes de toda a humanidade!

Jesus não é contra os ricos. Tem pena deles. Por isso, os censura e os exorta a uma mudança de mentalidade, que não deixará de ter seus reflexos na estrutura da sociedade. Não é bem verdade que não há lugar para os ricos na Igreja. Há lugar para eles, na medida em que se esvaziam de si mesmos e também de seus bens, transformando-os em bens para todos. Há várias maneiras para isso. A gerência inteligente de uma empresa pode ser um meio melhor do que certas reformas agrárias do passado, que resultaram em especulação com terras gratuitamente distribuídas aos pobres... Ora, quem quiser desenvolver uma gerência evangélica de grandes bens materiais precisará de considerável virtude!

A condição fundamental de toda essa mensagem aparece na oração do dia: um coração reto e puro, tão vazio de si mesmo, que Deus possa habitar nele. Ora, Deus se deixa geralmente representar por gente de condição humilde...

A 2ª leitura mereceria uma consideração à parte. Em um ponto, reforça a mensagem do evangelho: “Se temos esperança em Cristo somente para esta vida – porque colocamos tudo em função desta vida, até o próprio Cristo –, somos os mais lamentáveis de todos os homens” (1Cor 15,19).

FELIZES OS POBRES!

O Sermão da Planície do evangelho de Lucas (Lc 6) traz, de forma abreviada, a mesma mensagem que o Sermão da Montanha de Mateus (Mt 5-7). O evangelho nos apresenta Jesus anunciando com alegria a boa-nova aos pobres: “Felizes vós, os pobres, porque o Reino de Deus é vosso”. Nada demais. Até o presidente do FMI fica comovido quando os pobres são felizes. O problema é que Jesus fala o contrário para os ricos: “Ai de vós, ricos, porque já tendes vossa consolação”. Os ricos já receberam seu prêmio e agora perdem sua vez... (cf. a 1ª leitura: “Infelizes de quem coloca sua confiança em outro homem e se apoia no ser mortal, enquanto seu coração se desvia de Deus”).

O contraste entre ricos e pobres na boca de Jesus nos ajuda a entender melhor o que é esse Reino de Deus que ele vem anunciar. É o contrário do reino dos homens, o contrário daquilo que os ricos já têm. Eles possuem o que se apropriaram por caminhos humanos (nem sempre muito reto): riqueza, poder, prazer. Coisas passageiras, que, contudo, chegaram a ocupar todo o tempo e imaginação dos que pensam possuí-las, enquanto são por elas possuídos. Basta qualquer revés, um processo por sonegação, uma comparsa que fale demais... basta algo tão tremendamente comum como a morte, para que percam tudo o que tinha valor para eles. Infelizes...

O que Jesus agora anuncia aos pobres é o contrário: vem de Deus, não dos homens. Porque os pobres ainda não se encheram com as suas próprias conquistas, tem valor para eles o “Reino de Deus”, o dom de Deus, o “sistema de Deus”. Que sistema? Aquilo que Jesus anuncia e pratica: fraternidade, comunhão da vida, dos bens materiais e espirituais, partilha de tudo. É aquilo que Jesus, no evangelho, ensina aos seus discípulos: superar o ódio pelo amor, aperfeiçoar a “Lei” pela solidariedade, repartir os bens, e até sofrer por causa de tudo isso. Pois também para os que sofrem e são perseguidos há uma bem-aventurança.

Mas a nossa sociedade vai pelo caminho contrário. A propaganda e o consumismo incutem nas pessoas a mania do rico, do eterno insatisfeito. Os pobres se tornam solidários com os ricos, aderem às suas novelas, modas e compras inúteis. Não é esta a boa notícia do evangelho, e sim, o “ai” proclamado por Jesus.

A diferença entre os pobres e os ricos não é que uns sejam melhores que os outros, mas que a esperança dos pobres, quando não corrompidos, vai para as coisas que vêm de Deus, enquanto os ricos facilmente acham que vão se realizar com aquilo que eles têm em seu poder. Que experimentem... Ou então, que participem da esperança dos pobres e se tornem solidários com eles.

A esperança do reino supera a vida material. É a esperança que se baseia no Cristo ressuscitado (2ª leitura): “Se temos esperança em Cristo tão-somente para esta vida, somos os mais lamentáveis de todos!” Aquele que se tornou pobre para nós é que nos enriquece com a dádiva do amor infinito do Pai, que ele revela no dom da própria vida. O reino que Jesus anuncia aos pobres, decerto, começa com a justiça e a fraternidade, mas tem um horizonte que nosso olhar terreno nunca alcança!

(Parte do Roteiro Homilético foi elaborada pelo Pe. Johan Konings SJ – Teólogo, doutor em exegese bíblica, Professor da FAJE. Autor do livro "Liturgia Dominical", Vozes, Petrópolis, 2003. Entre outras obras, coordenou a tradução da "Bíblia Ecumênica" – TEB e a tradução da "Bíblia Sagrada" – CNBB. Konings é Colunista do Dom Total. A produção do Roteiro Homilético é de responsabilidade direta do Pe. Jaldemir Vitório SJ, Reitor e Professor da FAJE.)

III. PISTAS PARA REFLEXÃO:

— Um dos mais belos textos das Sagradas Escrituras diz respeito ao tema da santidade de Deus. O texto é o de Isaías 5,16: “O Deus santo mostrará a sua santidade por meio da justiça”. Seria possível, à luz desse texto, continuar a afirmar que a miséria e o sofrimento das pessoas se originam da vontade de Deus? Não seria justamente o contrário? A santidade de Deus nos leva, como filhos e filhas seus, a vivenciar no cotidiano os mesmos atos de justiça que se encontram nele?

— De que forma a ressurreição de Cristo pode produzir sentido e finalidade de vida para aqueles(as) chamados a ser seus discípulos e discípulas?


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Sugestões para a homilia

ATENÇÃO: Na página do Evangelho do Dia aqui no NPDBRASIL, no final de cada Liturgia Diária você encontra mais 3 sugestões de Homilias Diárias. Veja também o Comentário Exegético e mais sugestões de Homilias no índice das Liturgias Dominicais na página Homilias e Sermões.

Sugestões para a homilia

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ALGUMAS SUGESTÕES PRÁTICAS
(adaptadas de “Signes d’aujourd’hui”)

1. A PALAVRA MEDITADA AO LONGO DA SEMANA.
Ao longo dos dias da semana anterior ao 6º Domingo do Tempo Comum, procurar meditar a Palavra de Deus deste domingo. Meditá-la pessoalmente, uma leitura em cada dia, por exemplo… Escolher um dia da semana para a meditação comunitária da Palavra: num grupo da paróquia, num grupo de padres, num grupo de movimentos eclesiais, numa comunidade religiosa… Aproveitar, sobretudo, a semana para viver em pleno a Palavra de Deus.

2. PÔR EM DESTAQUE O EVANGELIÁRIO E CONCRETIZAR A ORAÇÃO UNIVERSAL.
Neste domingo em que começa a leitura do “sermão na planície”, pode-se valorizar o Evangeliário, levando-o à frente da procissão no início da celebração ou colocando-o no centro do altar, e rodeando-o com quatro velas ou lamparinas (em referência às quatro bem-aventuranças de Lucas). As “actividades caritativas” são iniciativas que pretendem levar a felicidade aos deserdados e aos marginalizados. Fazer um inventário das actividades caritativas na comunidade pode levar, neste domingo, a que a oração universal esteja mais enraizada nas realidades do terreno.

3. ORAÇÃO NA LECTIO DIVINA.
Na meditação da Palavra de Deus (lectio divina), pode-se prolongar o acolhimento das leituras com a oração.

No final da primeira leitura:
“Senhor, Tu és a nossa esperança, em Ti pomos a nossa confiança, bendito sejas. O teu Espírito é como a água que torna verdejante a erva e faz crescer a árvore, ele nos irriga com a tua vida e nos faz produzir os frutos que Tu esperas. Nós Te confiamos os nossos irmãos e irmãs cuja fé secou. Não permitas que os nossos corações se afastem de Ti”.

No final da segunda leitura:
“Deus de vida, nós proclamamos que Jesus Cristo, teu Filho, ressuscitou de entre os mortos, para ser entre os mortos o primeiro ressuscitado; nós Te damos graças pela firme esperança que nos dás, de ressuscitar contigo. Nós Te confiamos todos os nossos irmãos que duvidam da vida e ignoram ainda a luz da ressurreição em Jesus”.

No final do Evangelho:
“Pai dos pobres, Deus de misericórdia, bendito sejas pela esperança que revelas aos pobres, aos pequenos e a todos os feridos da vida, aqueles que a sociedade despreza e negligencia. Tu ofereces-lhes a felicidade do teu Reino. Tantos companheiros à nossa volta andam à procura da felicidade e não sabemos como os ajudar. Ilumina-os com o teu Espírito”.

4. BILHETE DE EVANGELHO.
A felicidade de que fala Jesus está inscrita nos rostos dos seus discípulos. É, de facto, olhando-os que Ele os declara “felizes”. Duas bem-aventuranças estão no presente. Os discípulos são já felizes, porque são pobres: deixaram tudo, barco, família, para inaugurar com Jesus o seu Reino e pregar a sua carta. São felizes porque são já cidadãos deste Reino. São já felizes porque são como o seu Mestre, rejeitados, insultados. O seu discurso incomoda, porque convida a uma mudança, a um regresso a Deus: amar é já sair de si mesmo.

5. À ESCUTA DA PALAVRA.
Há diferenças entre as bem-aventuranças na versão de Mateus e na de Lucas. Indiciam duas tradições. Mateus apresenta nove bem-aventuranças, Lucas somente quatro. Mateus diz que Jesus subiu a montanha… Lucas diz que Ele desceu da montanha… Contradição apenas aparente. Dois relatos complementares. Para escutar as bem-aventuranças em Mateus, é preciso subir à montanha, elevar-se, subir-se para Deus. Isso sugere que, para viver segundo o espírito do Evangelho, não nos podemos fechar nos estreitos limites da terra. É preciso subir, respirar um ar mais puro, mais transparente. Isso exige, certamente, um esforço, pois trata-se de deixar o Espírito soprar em nós o ar de Deus. É preciso esforço, como para subir uma montanha, é preciso treino, paciência e também silêncio, atenção interior. Mas isso não significa que devemos desinteressar-nos desta vida muito concreta, da vida ordinária de todos os dias. O Evangelho não é uma droga que nos faria ver um mundo desincarnado. Jesus quer encontrar-nos na planície das nossas vidas muito reais, como está expresso nas situações das bem-venturanças. Por seu lado, os ricos são infelizes porque, no fundo, se esquecem de sair de si mesmos, de subir à montanha para respirar o ar de Deus.

6. ORAÇÃO EUCARÍSTICA.
Pode-se escolher a Oração Eucarística III para a Assembleia com Crianças, pelas várias expressões relacionadas com a liturgia da Palavra.

7. PALAVRA PARA O CAMINHO…
Levar para as nossas vidas as palavras de felicidade escutadas neste domingo e transformá-las em atitudes de alegria e de encontro com os outros, transmitindo felicidade àqueles que ao nosso lado vivem infelizes… Fazer com que a vida da próxima semana tenha muitos momentos de alegria e de felicidade… que só o serão se partilhados e sentidos com o próximo, a começar pelos que estão na minha casa, no meu trabalho, na minha escola…

LITURGIA EUCARÍSTICA

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RITOS FINAIS

Monição final: ..........................


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HOMILIAS FERIAIS

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TEMPO COMUM

6ª SEMANA

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Celebração e Homilia: ADRIANO M. TEIXEIRA
Nota Exegética: GERALDO MORUJÃO
Homilias Feriais: NUNO ROMÃO
Sugestão Musical: DUARTE NUNO ROCHA

UNIDOS PELA PALAVRA DE DEUS
PROPOSTA PARA ESCUTAR, PARTILHAR, VIVER E ANUNCIAR A PALAVRA NAS COMUNIDADES DEHONIANAS
Grupo Dinamizador: P. Joaquim Garrido, P. Manuel Barbosa, P. José Ornelas Carvalho
Província Portuguesa dos Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos)
Rua Cidade de Tete, 10 – 1800-129 LISBOA – Portugal
Tel. 218540900 – Fax: 218540909
scj.lu@netcabo.pt – http://www.dehonianos.org/portal/


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QUE DEUS ABENÇOE A TODOS NÓS!

Oh! meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno,
levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente
as que mais precisarem!

Graças e louvores se dê a todo momento:
ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!

Mensagem:
"O Senhor é meu pastor, nada me faltará!"
"O bem mais precioso que temos é o dia de hoje!    Este é o dia que nos fez o Senhor Deus!  Regozijemo-nos e alegremo-nos nele!".

( Salmos )

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